segunda-feira, 4 de abril de 2016

Não sou madre Teresa de Calcutá, mas um dia chego lá!

Meu nome é Ana Laura, tenho 44 anos e sou a problemática de plantão. Não me considero uma pessoa ruim, mas sou irritada, intolerante e sofro de incontinência verbal. Só com isso já dá para sacar que tenho cultivado muitos amigos ao longo dos anos. Porque escrever aqui no blog? Porque escrever me faz bem, faço isto desde muito pequena e talvez esta descoberta da necessidade de me melhorar possa inspirar outras pessoas. Já peregrinei por uma porção de religiões, duzentas mil horas de terapia, muitas magoas, muitas situações limites para enfrentar. Somos o acúmulo de erros de conceitos e atos de todas as gerações de nossos familiares, somos o que somos e mais o que nossos antepassados eram de bom e de ruim. Fui afortunada em nascer em uma casa onde a cultura, a moral, a retidão de caráter sempre foram importantes, porém, os temperamentos também muito exaltados. A neurose é uma doença familiar, porém a forma como você lida com ela é pessoal. E, de hoje em diante eu decidi que não vou mais ser infeliz, nem mais fazer os outros infelizes, bem simples, não sou a Madre Teresa de Calcutá, mas um dia chego lá!  A pretensão é grande, com certeza, mas se a gente não sonha grande não realiza. Resolvi me dedicar a seguir este modelo, no meu tempo, no auge da minha arrogância e imperfeição, me permitindo errar e acertar, odiar para aprender a perdoar até um dia não odiar mais. Quem sabe a vida não melhora? Gasto tanto tempo brigando e me refazendo das brigas que não sobra muito tempo para ser feliz. Pois chega, não há mais tempo, e ao mesmo tempo há muito tempo ainda para ser melhor.

Biografia Madre Teresa ( wikipedia )

Anjeizë Gonxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910 filha de pais albaneses, numa família de três filhos, sendo duas moças e um rapaz. Embora ela tenha nascido a 26 de agosto, ela considerava o 30 de agosto, o dia em que foi batizada, como o seu " verdadeiro aniversário". Ela nasceu em Üsküp, então capital do Vilayet do Kosovo, subdivisão do Império Otomano. Sua cidade natal é hoje a atual Skopje, capital da República da Macedônia.[6]
Começou por fazer votos aos 18 anos nas Irmãs de Nossa Senhora do Loreto (Instituto Beatíssima Virgem Maria), na Irlanda, onde pouco tempo viveu[7] .
Já na Índia, a serviço dessa congregação como professora, ao primeiro lar infantil ou "Sishi Bavan" (Casa da Esperança), fundada em 1952, juntou-se ao "Lar dos Moribundos", em Kalighat. A princípio, ela teve alguns problemas de ordem religiosa, com alguns grupos que professavam uma outra fé, e consequentemente, uma outra religião e cultura, mas com o passar do tempo, todos foram notando, que ela tinha realmente boas intenções, e que sua obra tinha verdadeiramente um caráter nobre. Assim, ela começa a receber donativos de hindus, muçulmanos, budistas, etc. E assim também foi ocorrendo em relação às outras situações difíceis e problemáticas, tais como: crianças abandonadas, pessoas sofrendo de AIDS/SIDA, mulheres que haviam sido abusadas e engravidaram, leprosos...
Mais de uma década depois, em 1965, a Santa Sé aprovou a Congregação Missionárias da Caridade e, entre 1968 e 1989, estabeleceu a sua presença missionária em países como Albânia, Rússia, Cuba, Canadá, Palestina, Bangladesh, Austrália, Estados Unidos da América, Ceilão, Itália, antiga União Soviética, China etc.
O reconhecimento do mundo pelo seu trabalho concretizou-se com o Prêmio Templeton, em 1973, e com o Nobel da Paz, no dia 17 de outubro de 1979.
Morreu em 1997 aos 87 anos, de ataque cardíaco, quando preparava um serviço religioso em memória da Princesa Diana de Gales, sua grande amiga, que faleceu num acidente de automóvel em Paris. Tratado como um funeral de Estado, vários foram os representantes do mundo que quiseram estar presentes para prestar a sua homenagem. As televisões do mundo inteiro transmitiram ao vivo durante uma semana, os milhões que queriam vê-la no estádio Netaji. Encontra-se sepultada em Motherhouse ConventCalcutáBengala Ocidental na Índia.[8] No dia 19 de outubro de 2003, o Papa João Paulo II beatificou Madre Teresa de Calcutá.
O seu trabalho missionário continua através da irmã Nirmala, eleita no dia 13 de março de 1997 como sua sucessora.
Um de seus pensamentos era este: “Não usemos bombas nem armas para conquistar o mundo. Usemos o amor e a compaixão. A paz começa com um sorriso”. Criou as missionárias da caridade, onde todas as freiras iriam ajudar não a ela, mas sim a todos os necessitados.